Mapeamento geral do ecossistema de inovação e tecnologia do Rio de Janeiro

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O mapeamento geral do ecossistema de inovação e tecnologia do Rio de Janeiro é uma iniciativa do Juntospelo.Rio para identificar e mostrar de forma digital e atualizada as instituições de inovação e tecnologia presentes no ecossistema do Rio de Janeiro.

Acesse o mapeamento aqui.

Ele abrange as organizações, públicas e privadas, formais e informais, diretamente relacionadas à Inovação e ao Empreendedorismo de Alto Impacto presentes fisicamente (i.e. com sede, filial, escritório ou pessoa fisicamente alocada) no Rio de Janeiro.

Cadastre a sua instituição neste link: https://ab2l.typeform.com/to/ULot7I

Caso queira entrar em contato sobre o mapeamento, use este link: https://ab2l.typeform.com/to/kHo93w

Veja a visão geral desta iniciativa através do video abaixo:


O que estamos mapeando neste momento?

O mapeamento se divide em quatro vértices: Governo, Capital, Suporte e Capital Humano:

1. Governo

Governo Federal
Governo Estadual
Governo Municipal

2. Capital

2.1.  Investidores Anjo
Investimento efetuado por pessoas físicas com seu capital próprio em empresas nascentes com alto potencial de crescimento e de retorno, que consequentemente terão um grande impacto positivo para a sociedade através da geração de oportunidades de trabalho e de renda. O termo “anjo” é utilizado pelo fato de não ser um investidor exclusivamente financeiro que fornece apenas o capital necessário para o negócio, mas por apoiar ao empreendedor, aplicando seus conhecimentos, experiência e rede de relacionamento para orientá-lo e aumentar suas chances de sucesso.

2.2. Venture Capital & Private Equity
Investimento efetuado por pessoa jurídica (organização gestora) que aporta recursos em empresas de capital fechado em troca de participação societária, podendo ser minoritária ou majoritária dependendo de cada caso. Esse aporte pode ocorrer em diversos momentos de um projeto, desde negócios que estão começando até negócios maduros que já possuem uma grande operação, mas precisam de recursos para continuarem crescendo. Esta modalidade abrange Capital Semente, Venture Capital (Early e Late Stages), Private Equity (Growth e Buyout) e Corporate Venture.

2.3. Programas e Agentes Governamentais
Inclui (i) Fundações de Amparo à Pesquisa, (ii) Agências Públicas de Fomento à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, (iii) Bancos e (iv) demais Programas Governamentais. Fundações de Amparo à Pesquisa: categoria específica de fundação (ou entidade) que viabiliza recursos para o desenvolvimento da pesquisa nas diversas áreas da Ciência e da Tecnologia. As FAPs são entidades que integram o Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia, ao lado de instituições tradicionais como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). São entidades que exercem papel significativo nas definições da política científico-tecnológica nacional. Agências de Fomento: são instituições financeiras não bancárias, regulamentadas pelo Banco Central do Brasil

2.4. Crowdfunding
Mecanismo de capitação de recursos financeiros por meio de doações ou participações. As plataformas de crowdfunding, que têm sido chamadas também de financiamento coletivo, funcionam como ferramentas de coletas de doações e investimentos realizados por vários indivíduos. Presentes em mais de 40 países, essas plataformas surgiram para promover ideias e projetos culturais e sociais, mas estão se consolidando também como mecanismos de investimento de empreendimentos e produtos inovadores.

3. Suporte

3.1. Associações
São modelos de organização que possuem objetivos e finalidades diferentes entre si, mas que se unem sob essa nomenclatura por possuírem características básicas semelhantes. De modo geral, essas organizações não têm a atividade econômica como objetivo principal, mas defende os interesses de um grupo que encontrou na união de esforços a melhor solução para determinados problemas.

3.2. Entidades de Promoção da Inovação e Empreendedorismo
São os catalisadores que estimulam e incentivam as ações em prol do empreendedorismo e inovação, desempenham papel essencial para o sucesso e sustentabilidade da inovação nas regiões, conectam os elementos necessários para estimular o empreendedorismo e a inovação.

3.3. Incubadoras
Têm o objetivo de oferecer suporte a empreendedores para que eles possam desenvolver ideias inovadoras e transformá-las em empreendimentos de sucesso. Para isso, oferece infraestrutura e suporte gerencial, orientando os empreendedores quanto a gestão do negócio e sua competitividade.

3.4. Aceleradoras
São entidades jurídicas (com ou sem fins lucrativos) dedicadas a apoiar o desenvolvimento inicial de novos negócios inovadores (startups), por meio de um processo estruturado, com tempo determinado, que inclui a seleção, capacitação, mentorias, oportunidades de acesso a mercados, infraestrutura e serviços de apoio, além do aporte de capital financeiro inicial (próprio ou de sua rede de investidores), em troca de uma possível participação societária futura nos negócios acelerados.

3.5. Centros de Inovação (CIT)
Espaço criado para estimular o crescimento e competitividade de pequenas empresas, multinacionais e startups por meio da tecnologia. Cada CIT é adaptado de acordo com as necessidades das entidades e oferece suporte ao processo inovador. Os centros de inovação têm sido um ambiente bastante comum em empresas atualmente. Estas possuem áreas integralmente dedicadas a esse tema, com laboratórios de pesquisa e desenvolvimento (P&D) que contam com diversos pesquisadores. A partir dos CITs, formam-se os sistemas de inovação – que englobam universidades, centros de pesquisa, agências de fomento, investidores, governo e empresas com seus clientes.

3.6. Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs)
São órgãos ou entidades da administração pública ou entidades privadas sem fins lucrativos que tenham como missão institucional, dentre outras, executar atividades de pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico.

3.7. Parques Tecnológicos
Constituem um complexo produtivo industrial e de serviços de base científico-tecnológica. Planejados, têm caráter formal, concentrado e cooperativo, agregando empresas cuja produção se baseia em P&D. Assim, os parques atuam como promotores da cultura da inovação, da competitividade e da capacitação empresarial, fundamentados na transferência de conhecimento e tecnologia, com o objetivo de incrementar a produção de riqueza de uma determinada região.

3.8. Agências de Propriedade Intelectual e Inovação
Responsável pelo gerenciamento dos pedidos de patentes, transferência de tecnologias e proteção do conhecimento.

3.9. Redes
Vinculação formal de interesses mútuos entre os integrantes do grupo que a constituem, os quais devem ter identidades semelhantes, como, por exemplo, uma relação empregatícia, de orientação ou co-orientação, autoria ou co-autoria, etc. Assim, a rede permite que os atores obtenham, de forma graficamente resumida, uma visão geral de todas as pessoas interconectadas por algum tema em comum com o objetivo de estabelecer entre si interações futuras e que sejam de interesse de ambas as partes. Inclui (i) Redes de Empreendedores, (ii) Redes Profissionais Relacionadas ao Ecossistema de Inovação, (iii) Redes Sociais.

3.10. Coworking
Modelo de trabalho que se baseia no compartilhamento de espaço e recursos de escritório, reunindo pessoas que trabalham não necessariamente para a mesma empresa ou na mesma área de atuação, podendo reunir entre os seus usuários os profissionais liberais, empreendedores e usuários independentes. É uma alternativa para aumentar a produtividade e fazer novos contatos de negócios através do networking. Pessoas e empresas usuárias de coworkings também utilizam este modelo de trabalho para estabelecer relacionamentos de negócios onde oferecem e/ou contratam serviços mutuamente. Alguns destes relacionamentos também visam favorecer o surgimento e o amadurecimento de ideias e projetos em grupo.

3.11. Espaço Maker
Espaços makers são locais que apoiam e favorecem os conceitos da fabricação digital. São espaços de mão na massa, do faça você mesmo, do construir e compartilhar colaborativamente a partir de projetos com apoio de recursos digitais. O nome Fab Lab também é utilizado, mas há algumas diferenças e vínculos específicos com MIT (Massachusetts Institute of Technology) para que um maker space seja um Fab Lab.

4. Capital Humano

4.1. Núcleos e Centros de Estudo e Pesquisa
Estão normalmente associados à faculdades e universidades atuando na disseminação de conhecimento e pesquisa, comprometido com o pensamento, a análise, a produção de conhecimento e a educação. Para isto, conduzem projetos de estudos inovadores, surveys, censos, reflexões e insights para publicações acadêmicas, além de workshops, seminários e congressos. Costumam aglutinar pesquisadores da própria e de outras instituições, objetivando a criação de uma rede nacional e internacional, além de diversos atores e organizações, atuando, assim, como um “hub” no ecossistema.

4.2. Institutos
Embora componha a razão social de algumas entidades, não corresponde a uma espécie de pessoa jurídica, podendo ser utilizado por entidade governamental ou privada, lucrativa ou não lucrativa, constituída sob a forma de fundação ou associação. Usualmente, vemos o termo “instituto” associado a entidades dedicadas à educação e pesquisa ou à produção científica, incluindo (i) Institutos de Pesquisa e (ii) Institutos de Tecnologia.

5. Estágios

5.1. Ideação
Essa é a etapa em que toda a empresa está apenas na cabeça do empreendedor ou empreendedores. Existem muitas hipóteses, ideias e mercados em potencial, mas nenhuma certeza ou verificação.

5.2. Validação
A validação é a fase mais importante, mas também uma das mais esquecidas pelas startups. É nela que toda a fundação da empresa vai ser construída. Nessa fase, todas as hipóteses levantadas na etapa de ideação serão aceitas ou refutadas, pivotando até confirmar todas as premissas.

5.3. Crescimento
É onde a startup vai criar, entender e otimizar o seu motor de venda. É nesse estágio que ela pode começar a fazer testes de canais e começar seus investimentos em marketing. Aqui, o foco é encontrar os melhores canais de venda e ampliar sua base.

5.4. Escala
A escala é quando a startup já achou a melhor forma de crescer e agora tem esse único objetivo. Nessa etapa, o produto deve ser melhorado constantemente e a empresa precisa vender e estruturar seus processos e atividades.

5.5. Maturidade
Nesta fase a empresa já se sustenta sozinha, possui tem uma clientela fiel e detém uma boa fatia do mercado.

Se você tem interesse em cadastrar sua instituição no mapeamento geral do ecossistema de inovação e tecnologia do Rio de Janeiro, preenche este formulário.

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